Cultura

Viva Maria relembra Almerinda Gama e o voto feminino

Publicado em

Cultura

Oi, oi gente amiga desse nosso programa que neste 3 de novembro comemora o Dia da Instituição do Direito de Voto da Mulher, em 1930.

Naquela época  éramos cidadãs de segunda categoria, já que não podiamos eleger nossos representantes. O voto era masculino e censitário, ou seja , só tinha direito de de votar quem tivesse uma condição financeira estável. Felizmente hoje o voto é um direito universal no Brasil, não importa o sexo, o gênero, a cor da pele, a etnia ou opção sexual, mas é bom não esquecer que no passado era um privilégio de homens ricos e brancos.  E nesta edição Viva Maria abre o livro para um   resgate histórico da trajetória de Almerinda Gama. Sufragista e uma das pioneiras da participação de mulheres negras na política brasileira, Almerinda tem sua vida recontada em uma obra escrita pela jornalista Cibele Tenório.

O livro busca romper com as cortinas da invisibilidade que ainda marcam a história das mulheres negras no país. A publicação reafirma o protagonismo de Almerinda Gama na luta pelo direito ao voto e na defesa da igualdade de gênero e raça no Brasil.

Em entrevista Cibele Tenório fala  sobre o processo de pesquisa e o encontro com a trajetória de Almerinda, destacando sua importância para o feminismo negro e a história política do país. Além dela o programa ouve a  advogada Ligia Fabris que é também professora da FGV Direito Rio, sobre os entraves que comprometem a participação das  mulheres na politica nacional.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Festival ressalta artes cênicas negras e afro-indígenas em São Luís

Publicados

em

A capital do Maranhão será palco de encontros, espetáculos, performances, oficinas e experiências que celebram a potência das artes cênicas negras e afro-indígenas. São Luís recebe, a partir desta terça-feira(13) até o próximo sábado, o 1ª Festival de Artes Cênicas Pretas do Maranhão.

Além de artistas maranhenses, a programação – totalmente gratuita – é composta por artistas da Bahia, Ceará, Minas Gerais, São Paulo e Paraná, que trazem para o palco diferentes linguagens.

A programação se concentra nos teatros Arthur Azevedo, Luiz Pazzini e o Teatro do Sesc – Napoleão Ewerton, além do Centro Cultural Vale Maranhão.

Durante os cinco dias de evento, os artistas usarão dança, teatro, performances e cenas curtas para levar ao público temas como ancestralidade, literatura negra, cultura popular e experiências sociais e culturais vivenciadas pela população preta. 

A abertura acontece às 19h, no Teatro do Sesc Napoleão Ewerton, com a encenação do espetáculo Língua de Boi, da Cia Maranhense. Inspirado no grande mito da cultura maranhense, o grupo ressignifica o renascimento do boi e entrelaça os cinco estágios do luto aos cinco sotaques do Bumba Meu Boi para falar de dignidade, memória e resistência ancestral.

Outros destaques do Festival são os espetáculos A Flor do Mulungu, também do Maranhão; Cuidado com Nós e Parto Pavilhão, ambos de São Paulo; e Histórias da Terra, do grupo paranaense Baquetá.

Em paralelo, também estão previstas oficinas e apresentações em escolas públicas, acompanhadas de ações bate papo com os alunos. 

A programação completa está disponível no perfil do evento no Instagram. 




Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA