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PF e PRF prendem homem por crime ambiental e posse irregular de arma de fogo no Amazonas

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Manaus/AM. A Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Rodoviária Federal, prendeu um homem por crime ambiental e posse irregular de arma de fogo na rodovia BR-174, na última segunda-feira (20/10).

Durante fiscalização, o homem foi flagrado no momento em que realizada desmatamento ilegal em área situada às margens da rodovia, sem a devida autorização do órgão ambiental competente. Na ocasião, foram encontradas 13 carcaças de aves silvestres ameaçadas de extinção, configurando crime ambiental grave contra a fauna.

Além disso, foi constatada a posse de uma arma de fogo de uso permitido, sem registro e sem autorização legal. O material apreendido, composto pelas carcaças e pela arma, foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal no Amazonas, onde o suspeito foi apresentado e submetido aos procedimentos legais cabíveis.

A Polícia Federal prossegue com as investigações para apurar a origem do material e eventuais envolvidos no crime ambiental.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas
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Fonte: Polícia Federal

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Prefeitura abre investigação sobre gestão de ex-presidente do DAE após vídeo com maços de dinheiro

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A Prefeitura de Várzea Grande abriu uma investigação administrativa para apurar fatos relacionados à gestão do ex-presidente do Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG), Rogério de França Martins, o Rogerinho da Dakar (PSDB). A medida ocorre após a divulgação de um vídeo em que o então dirigente da autarquia aparece recebendo maços de dinheiro em espécie.

A decisão atende a uma recomendação do Ministério Público de Mato Grosso e foi formalizada por meio do Decreto nº 79/2026. O objetivo é esclarecer a natureza dos fatos e verificar se existe alguma relação entre os valores mostrados nas imagens, recursos públicos do DAE ou interesses de terceiros perante a autarquia.

Além da sindicância investigativa, a Prefeitura determinou a realização de uma auditoria extraordinária na gestão de Rogerinho. O pente-fino deverá analisar contratos, atos administrativos e pagamentos realizados entre os dias 2 de março e 19 de agosto de 2026, período em que ele esteve à frente do DAE. A apuração poderá ser ampliada caso surjam novos fatos.

O município também colocou o DAE sob um regime especial de acompanhamento por 180 dias. Durante esse período, as equipes responsáveis terão acesso a sistemas, documentos e demais informações da autarquia. O decreto ainda determina que os pagamentos sejam realizados pelo circuito bancário oficial, salvo exceções previstas em lei.

A investigação ganhou força após a circulação das imagens em que Rogerinho aparece recebendo dinheiro em uma reunião. O caso também passou a ser acompanhado pelo Ministério Público, que busca esclarecer a origem dos valores e uma possível ligação com o exercício da função pública.

Rogerinho deixou o comando do DAE após a repercussão do episódio e retornou à Câmara Municipal de Várzea Grande. À época, ele afirmou que o dinheiro teria origem em uma transação comercial particular e negou qualquer relação dos valores com sua atuação à frente da autarquia.

Agora, a sindicância e a auditoria devem tentar responder justamente à principal dúvida levantada pelo caso: se o dinheiro recebido pelo então presidente do DAE tinha alguma relação com a gestão da autarquia ou se, como sustenta Rogerinho, se tratava de uma movimentação estritamente particular.

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