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Forças de segurança apreendem arma de fogo, munições e drogas após confronto e Ibirapitinga

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Ibirapitanga/BA. Na tarde de quinta-feira (9/10), policiais militares da 61ª CIPM apreenderam armas, munições e drogas após uma intervenção policial no município de Ibirapitanga.

A operação foi deflagrada a partir de informações de inteligência compartilhadas entre a FICCO/Ilhéus, a Polícia Civil (DT/Ibirapitanga) e a Polícia Militar, que indicavam a atuação de um grupo criminoso na região. Durante patrulhamento, a guarnição foi informada sobre disparos de arma de fogo e, ao averiguar a denúncia, foi recebida a tiros por três homens. Houve revide à injusta agressão e, durante o confronto, um dos suspeitos foi atingido, enquanto os outros dois conseguiram fugir.

Com o indivíduo, foi encontrada uma mochila contendo: uma pistola calibre 9mm, 40 munições do mesmo calibre, uma munição calibre .38, 45 papelotes de cocaína, 35 pedras de crack, cinco porções de maconha, R$ 240,00 em espécie, um canivete e um aparelho celular.

O ferido recebeu socorro imediato e foi conduzido à unidade hospitalar local, onde o óbito foi constatado. Todo o material apreendido foi apresentado à Delegacia de Polícia Civil de Ilhéus para as providências legais cabíveis.

A FICCO/Ilhéus é composta por representantes da Polícia Federal, da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, da Polícia Civil, da Polícia Militar e da Polícia Penal, reforçando o compromisso das forças de segurança no enfrentamento à criminalidade e na preservação da ordem pública em toda a região sul da Bahia.

Comunicação Social da PF na BA
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Fonte: Polícia Federal

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Lei garante isenção da taxa de incêndio para APAEs e Associações Pestalozzi de MT

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As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e as Associações Pestalozzi, regularmente constituídas e declaradas de utilidade pública estadual em Mato Grosso, poderão ser isentas da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN), por meio da Lei nº 13.491/2026. A medida contempla imóveis e atividades diretamente vinculados às finalidades institucionais, o que vai contribuir para reduzir custos de manutenção das entidades filantrópicas que atendem pessoas com deficiência e suas famílias.

O deputado estadual Wilson Santos (PSD), um dos autores da legislação, destaca que a iniciativa dá o apoio ao trabalho desenvolvido pelas instituições. Também, assinam a proposta os deputados estaduais Max Russi (Podemos), Dr. João (MDB) e Diego Guimarães (Republicanos).

“Essa lei representa um apoio às APAEs e às Associações Pestalozzi que desempenham um trabalho fundamental às pessoas com deficiência. A isenção da taxa pode ajudar essas instituições a direcionar recursos para outras necessidades dos alunos e de suas famílias”, explica o parlamentar.

Para ter direito à isenção, as instituições deverão comprovar anualmente a manutenção de sua finalidade filantrópica e sem fins lucrativos, a regularidade fiscal e trabalhista, a permanência do título de utilidade pública estadual e a aplicação integral dos recursos na realização de seus objetivos institucionais. A proposta também estabelece que o benefício não dispensa o cumprimento das normas de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), nem a obtenção do respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

Tanto que a diretora pedagógica da APAE de Rondonópolis, Jacira Ribeiro, realiza no momento com o CBMMT a renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), concedido pelo governo federal à instituição, cuja validade termina em dezembro de 2026 – com duração de cinco anos. Ela também avalia positivamente a medida e ressalta a importância das instituições de todo o estado terem conhecimento do benefício.

Para ela, a isenção pode representar um alívio financeiro, especialmente para entidades que possuem estruturas amplas e precisam investir na adequação das instalações às exigências de segurança. Também, destacou que o valor da taxa varia conforme as características do imóvel, o que pode representar uma despesa significativa para as instituições filantrópicas.

A APAE de Rondonópolis, atualmente, é mantida por meio de convênios, recursos humanos a nível municipal e estadual e da busca constante por novas fontes de arrecadação de recursos. Também, a entidade recorre a emendas parlamentares, desenvolvem projetos e promovem eventos para levantar verbas e custear as despesas de funcionamento já que são atendidos 235 alunos.

Fonte: ALMT – MT

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