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Prefeitura de Várzea Grande e banco Itaú se reúnem e definem atendimento a servidores municipais

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A Prefeitura de Várzea Grande e o Itaú Unibanco, vencedor do último processo licitatório que passará a ser responsável por processar a folha de pagamento dos servidores públicos municipais do executivo, do Departamento de Água e Esgoto (DAE) e do Instituto Seguridade Social dos Servidores Municipais de Várzea Grande (Previvag), em caráter de exclusividade, bem como créditos consignados aos servidores, sem exclusividade, além de pagamento de fornecedores.

A agência bancária já depositou os R$ 20.300.010,00 (Vinte milhões, trezentos mil e dez reais) para gerir as contas do município. Conforme o extrato de contrato, a vigência do acordo contratual é de 60 meses, podendo este ser renovado pelo mesmo período.

A prefeita por Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), revelou que será implantada uma unidade móvel do Itaú, em frente ao Paço Municipal, para que os servidores possam tirar dúvidas e receber atendimentos necessários. “Estamos buscando comodidade e maiores condições aos nossos servidores para abertura de conta e ter o melhor atendimento possível, inclusive também terá unidade móvel para atender os servidores que trabalham nas áreas rurais do município”, conta a prefeita.

A secretária municipal de Administração, Jaqueline Favetti, declara que o Itaú ofereceu também as melhores condições e menores taxas. “Esse contrato foi firmado visando transparência, modernização e economia. Sendo assim, mais um benefício para os servidores municipais e para a gestão. A nova contratação mostrou que haverá redução de custos nos pagamentos, receita extra ao Município, tarifas menores, melhores atendimentos e melhores taxas nos empréstimos consignados. Estamos nos organizando para que no início do ano de 2026 já estaremos com Itaú”, declara Favetti.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.

Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.

“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.

Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.

“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.

A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.

Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.

O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.

As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.

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