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DAE-VG inicia testes de vazão e projeta alternativas de abastecimento à região

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Resultados devem ser entregues ainda nesta semana

O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE) deve receber, ainda nesta semana, o laudo técnico sobre a vazão do poço localizado no bairro São Simão. Como o diretor-presidente da autarquia, Zilmar Dias, o poço teve a obra concluída em 2024, mas até então não havia sido formalmente repassado ao DAE.

“A partir do laudo técnico, que será emitido por uma empresa especializada, será possível conhecer as condições de fornecimento desse poço para então, passarmos – se houver viabilidade – para a fase de implantação de toda a infraestrutura necessária para o funcionamento do sistema e da distribuição de água na região”, explicou.

Ainda como pontuou Zilmar, o DAE vai cercar toda a área onde estão instalados os equipamentos públicos, instalar o quadro de energia, colocar a bomba e, assim, iniciar o fornecimento de água para toda a população do São Simão.

Entretanto, caso o poço não apresente vazão suficiente para atender à demanda local, o DAE já estuda uma alternativa: a interligação da Estação de Tratamento de Água (ETA) do bairro Imigrantes até a região do São Simão. Esse novo projeto contempla a construção de aproximadamente 6 quilômetros de adutora, que também poderá beneficiar o bairro Paiaguás.

Segundo o presidente, o DAE pretende buscar apoio do governo do Estado em relação aos recursos destinados à execução da obra. “Será necessário elaborar o projeto e buscar o financiamento junto ao Estado para garantir a ampliação da rede de abastecimento”, explicou.

A medida faz parte dos esforços da atual gestão para garantir o fornecimento regular de água tratada aos moradores de Várzea Grande, especialmente nas regiões em crescimento populacional acelerado.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.

Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.

“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.

Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.

“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.

A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.

Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.

O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.

As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.

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