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FICCO/PB destrói dezenas de hectares de plantação de maconha na Paraíba

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João Pessoa/PB. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado da Paraíba deflagrou, nesta data, a Operação Corte Raso, resultando na erradicação de uma vasta plantação de maconha localizada na zona rural de Camalaú/PB.

As ações desencadeadas são fruto de intenso trabalho investigativo e integrado entre as forças de segurança, resultando na desarticulação de uma estrutura criminosa voltada ao cultivo e distribuição de entorpecentes.

Durante a operação, foram localizados e erradicados milhares de pés de maconha, além de equipamentos utilizados no plantio e no beneficiamento da droga.

Devido às dificuldades de aproximação e acesso à área, foi necessário o emprego do Comando de Operações Especiais Policiais (COPESP) da Polícia Militar da Paraíba, cujas capacidades ampliam a segurança e surpresa no combate a organizações criminosas, visto o alto grau de adestramento e profissionalismo das equipes.

A FICCO/PB é composta pela Polícia Federal, Polícia Militar, Policia Civil, Polícia Penal, Polícia Penal Federal, Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social da Paraíba e Secretaria de Estado da Administração Penitenciária da Paraíba.

Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba 

Fonte: Polícia Federal

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Comissão aprova piso salarial de R$ 10 mil para médicos-veterinários e zootecnistas

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A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que fixa em R$ 10 mil o piso salarial nacional de médicos-veterinários e de zootecnistas, para jornada de 30 horas semanais.

O piso será proporcional para jornadas menores ou maiores que 30 horas. O texto prevê reajuste anual pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e prazo de 180 dias para que os empregadores ajustem contratos e remunerações.

O texto aprovado é a versão do relator, deputado André Figueiredo (PDT-CE), para o Projeto de Lei 1748/22, do deputado Moses Rodrigues (UNIAO-CE), e outras duas iniciativas. O relator unificou as propostas.

“O piso não deve ser visto como ônus, mas como investimento estratégico”, disse o relator. Para ele, a medida poderá melhorar a qualidade dos serviços, estimular a qualificação, fortalecer o agronegócio e a saúde pública e reduzir a evasão.

Próximos passos
A proposta ainda será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Roberto Seabra

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