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FICCO/PB destrói dezenas de hectares de plantação de maconha na Paraíba

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João Pessoa/PB. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado da Paraíba deflagrou, nesta data, a Operação Corte Raso, resultando na erradicação de uma vasta plantação de maconha localizada na zona rural de Camalaú/PB.

As ações desencadeadas são fruto de intenso trabalho investigativo e integrado entre as forças de segurança, resultando na desarticulação de uma estrutura criminosa voltada ao cultivo e distribuição de entorpecentes.

Durante a operação, foram localizados e erradicados milhares de pés de maconha, além de equipamentos utilizados no plantio e no beneficiamento da droga.

Devido às dificuldades de aproximação e acesso à área, foi necessário o emprego do Comando de Operações Especiais Policiais (COPESP) da Polícia Militar da Paraíba, cujas capacidades ampliam a segurança e surpresa no combate a organizações criminosas, visto o alto grau de adestramento e profissionalismo das equipes.

A FICCO/PB é composta pela Polícia Federal, Polícia Militar, Policia Civil, Polícia Penal, Polícia Penal Federal, Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social da Paraíba e Secretaria de Estado da Administração Penitenciária da Paraíba.

Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba 

Fonte: Polícia Federal

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TRE multa Pedro Taques em R$ 60 mil por ataques a Mauro Mendes

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) condenou, por unanimidade, o ex-governador Pedro Taques ao pagamento de R$ 60 mil em multas por conteúdos negativos impulsionados nas redes sociais contra o também ex-governador Mauro Mendes, que disputa uma vaga ao Senado. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (13).

Ao todo, foram julgadas quatro representações. Em cada processo, o tribunal aplicou multa de R$ 15 mil, além de tornar definitiva a determinação para retirada dos conteúdos questionados. Os processos tiveram como relator o juiz Pérsio Oliveira Landim.

As ações envolvem vídeos e publicações em que Taques fazia acusações contra Mauro Mendes e integrantes de seu grupo político, relacionando-os a supostos crimes, desvios de recursos e corrupção. Segundo a representação, os conteúdos foram impulsionados com pagamento para ampliar o alcance das mensagens, que teriam chegado a mais de 1 milhão de pessoas.

Durante o julgamento, o relator destacou que a legislação eleitoral estabelece limites para o uso de publicidade paga nas redes sociais. Segundo o entendimento adotado pela Corte, o impulsionamento não pode ser utilizado para ampliar artificialmente ataques ou conteúdos negativos contra adversários políticos.

“Não se admite o impulsionamento de conteúdo negativo contra adversário político”, afirmou Landim durante o julgamento.

O Ministério Público Eleitoral também se manifestou pela procedência das quatro ações e defendeu a aplicação das multas. Para o órgão, o uso de ferramentas pagas para ampliar conteúdo negativo ou difamatório contra adversários viola as regras eleitorais.

Os magistrados também fizeram uma distinção entre a divulgação de investigações e a apresentação de suspeitas como se fossem fatos definitivamente comprovados, especialmente quando não há condenação. A decisão, contudo, teve como ponto central o uso do impulsionamento pago para ampliar as publicações.

Com o julgamento, a determinação de retirada dos vídeos passa a ser definitiva no âmbito das quatro ações analisadas pelo TRE-MT. A decisão ocorre em meio à disputa eleitoral para o Senado, que reúne Taques e Mauro Mendes entre os candidatos.

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