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Teatro Zulmira Canavarros recebe primeira edição do Compol Mato Grosso

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Compol MT reuniu gestores, jornalistas, publicitários, estrategistas e acadêmicos para debater os desafios e oportunidades da área.

Compol MT reuniu gestores, jornalistas, publicitários, estrategistas e acadêmicos para debater os desafios e oportunidades da área.

Foto: MARCOS LOPES/ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) recebeu, nesta terça-feira (23), a maior edição regional do Congresso de Comunicação Política e Institucional (Compol) de 2025. Mais de 500 pessoas se reuniram no Teatro Zulmira Canavarros para acompanhar os 15 painéis apresentados ao longo do dia. Com edições nacionais realizadas desde 2023, em Santa Catarina, o evento tem expandido suas atividades para outros estados brasileiros e chega a Mato Grosso com apoio da ALMT.

O presidente do Legislativo estadual, deputado Max Russi (PSB), participou do congresso e destacou o fato do Compol MT ter superado as demais edições regionais em número de inscritos. “Isso mostra a necessidade, a demanda, bem como a vontade de capacitação dos profissionais e políticos daqui. Esse encontro traz para nosso estado o que há de melhor nos estudos e debates sobre comunicação política e institucional”, disse o parlamentar.

De acordo com o secretário de Comunicação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Henrique Correia dos Santos, os políticos e instituições precisam, cada vez mais, compreender seus públicos e aprimorar as formas como se conectam a eles, usando a comunicação para mostrar à sociedade os trabalhos que desenvolvem.

“Eventos como o Compol colocam a comunicação política de Mato Grosso num patamar ainda mais elevado. Em junho deste ano, viabilizamos as participações de alguns servidores na edição nacional do congresso e agora temos a oportunidade de proporcionar essa experiência para mais pessoas por meio da etapa regional, realizada na nossa Casa de Leis. A comunicação é uma área que passa por transformações intensas e exige capacitação constante dos profissionais”, afirmou o secretário.

O Congresso de Comunicação Política e Institucional é o principal evento do Brasil dedicado às tendências, estratégias e inovações na comunicação do setor público, reunindo gestores, jornalistas, publicitários, estrategistas e acadêmicos para debater os desafios e oportunidades da área. Segundo Marcelo Natale, um dos fundadores do evento, o Compol surge da necessidade de criar um ponto de encontro para os estudiosos do assunto.

Natale explica que promover as edições regionais passa por reconhecer a existência de profissionais capacitados em todos os estados e garantir a eles um lugar para mostrar seus trabalhos. “Além disso, não tem como conhecer a realidade da comunicação política e institucional do Brasil promovendo um único evento, no sul do país. Precisamos conhecer outras realidades e dar palco aos talentos locais”, disse.

O painel de abertura do Compol MT foi apresentado pela organizadora da edição, Mariana Bonjour. Ela abordou a construção de projetos políticos, suas etapas e a relevância das estratégias de comunicação em cada uma delas.

A servidora Itimara Figueiredo, jornalista na Secretaria de Comunicação da ALMT, participou do congresso, que considerou inspirador. “Tive uma verdadeira imersão, oportunidade valiosa de aprendizado com grandes nomes da área, como o estrategista Juarez Guedes, o consultor Guilherme Pontes, entre outros renomados que compartilharam conhecimentos nos campos da política, estratégia, criatividade e uso de ferramentas aplicadas à campanha eleitoral e posicionamento institucional. Os conteúdos recebidos vão fazer muita diferença na minha atuação”, destacou a servidora.

Fonte: ALMT – MT

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Gisela deixa cargo em secretaria em aberto e condiciona decisão à transição

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A vice-governadora eleita de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), ainda não definiu qual será sua função na próxima gestão de Otaviano Pivetta (Republicanos). Ela não descarta assumir uma secretaria estadual, mas afirma que qualquer decisão dependerá da análise das necessidades do governo durante o período de transição.

Em entrevista ao programa Roda de Entrevista, Gisela explicou que uma comissão deverá avaliar o funcionamento das pastas, identificar os resultados positivos e apontar os setores que precisam de mudanças. O trabalho deve começar após o segundo turno das eleições presidenciais.

Segundo ela, a proposta é contribuir para a construção de uma administração alinhada ao perfil de Pivetta, considerando os resultados alcançados nos últimos anos e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.

“Diante desse levantamento, que vou estar junto a essa comissão, é que a gente vai definir onde a gente pode ser mais importante para a governança”, afirmou.

Embora tenha defendido maior protagonismo durante a campanha, Gisela adotou cautela ao falar sobre a possibilidade de comandar uma secretaria. A vice-governadora eleita ressaltou que não há, até o momento, um acordo fechado sobre a função que poderá exercer além das atribuições próprias do cargo.

Ao comentar a experiência de Pivetta como vice-governador de Mauro Mendes, Gisela destacou que ele conseguiu contribuir com a administração sem necessariamente assumir o comando de uma pasta. Para ela, a atuação na próxima gestão deverá considerar as características de cada integrante do Executivo.

“Às vezes pode ser que, diante da transição e diante do que a gente observar, pode ser que seja necessário, mas não tem nada construído ainda”, declarou.

Gisela foi escolhida para compor a chapa de Pivetta após mudanças nas articulações políticas que antecederam a eleição. A futura vice-governadora afirmou que pretende participar da avaliação da máquina pública antes de definir como poderá colaborar com a nova administração.

A composição do secretariado e a distribuição das funções no governo, portanto, seguem em aberto. A expectativa é que as definições avancem após o diagnóstico da equipe de transição, levando em conta as prioridades e as necessidades identificadas em cada área.

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