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Deputado Thiago Silva busca apoio do Executivo para expansão da Unemat em Rondonópolis

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O presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), deputado Thiago Silva (MDB), reforçou ao vice-governador Otaviano Pivetta, em reunião realizada no Palácio Paiaguás na sexta-feira (19), a necessidade de consolidar o Campus definitivo da Unemat em Rondonópolis e ampliar a oferta de cursos voltados às demandas da região sudeste do estado.

Thiago destacou que Rondonópolis, com mais de 250 mil habitantes e cidade polo para outros 18 municípios, precisa avançar na estrutura universitária para acompanhar o crescimento populacional e econômico.

“Precisamos do apoio do Governo para garantir a instalação do Campus definitivo e ampliar a oferta de cursos. Essa conquista trará autonomia administrativa à Unemat em Rondonópolis e permitirá atender melhor os estudantes com formações alinhadas às demandas do mercado de trabalho e do desenvolvimento regional”, ressaltou.

Na reunião, o deputado apresentou a proposta de novos cursos nas áreas de tecnologia, engenharia, construção civil e agronegócio, setores diretamente ligados à vocação produtiva de Mato Grosso. “Queremos que nossa cidade se torne um polo educacional na área do agronegócio, logística e tecnologia” defendeu.

Thiago Silva tem se dedicado à pauta da expansão do ensino superior no estado. Foi responsável por intermediar a destinação de mais de R$ 5 milhões para a Unemat, recursos que viabilizaram a implantação dos cursos de Jornalismo e Direito, além de iniciativas como o Cursinho Pré-Enem, Pós-Graduação em Planejamento e Gestão Pública com ênfase em Desenvolvimento Regional e Urbano, e melhorias na biblioteca e no auditório.

O vice-governador sinalizou apoio à proposta e afirmou que vai articular uma reunião conjunta entre o Governo do Estado, a Unemat e a Assembleia Legislativa para tratar da criação do Campus definitivo, da ampliação de cursos e das melhorias estruturais na sede da Universidade em Rondonópolis.

Fonte: ALMT – MT

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Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.

Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.

“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.

Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.

“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.

A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.

Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.

O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.

As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.

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