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ALMT concede título de cidadania mato-grossense a prefeito de Sapezal

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), por iniciativa do deputado Valmir Moretto (Republicanos), concedeu nesta quinta-feira (18) o Título de Cidadão Mato-grossense ao prefeito de Sapezal, Cláudio José Scariote (Republicanos). A solenidade ocorreu no Parque de Exposição da cidade e marcou o início das festividades do aniversário do município, que completa 31 anos de emancipação política nesta sexta-feira (19).

Cláudio José Scariote nasceu em 18 de fevereiro de 1964, em São Lourenço do Oeste (SC). Desde jovem, desenvolveu uma trajetória marcada pelo trabalho, empreendedorismo e compromisso com o desenvolvimento social e econômico. Com raízes na agricultura, estabeleceu-se em Sapezal, onde construiu sua carreira, sua família e consolidou sua história de vida.

Durante a entrega, Moretto destacou a relevância do trabalho do prefeito para o município e para Mato Grosso.

“Cláudio Scariote se tornou um verdadeiro mato-grossense de coração. Sua dedicação ao município, seu trabalho em prol da comunidade e o respeito com que conduz a gestão pública o tornam digno desta honraria. É uma forma de reconhecer e agradecer tudo o que ele fez e continua fazendo por Mato Grosso”, afirmou o parlamentar.

“Receber este título é uma das maiores honras da minha vida. “Mato Grosso me acolheu e aqui construí minha história, minha família e meus projetos. Dedico esta conquista a cada cidadão que acredita no nosso município e caminha conosco para fazer a cidade crescer”, disse Scariote.

O prefeito agradeceu a homenagem e destacou com emoção, que receber o título é uma das maiores honras de sua vida. “Mato Grosso me acolheu e aqui construí minha história, minha família e meus projetos. Dedico esta conquista a cada cidadão que acredita no nosso município e caminha conosco para fazer a cidade crescer”, disse Scariote.

A cerimônia contou com a presença de autoridades locais, lideranças políticas e moradores, que prestigiaram a abertura da programação de aniversário de 31 anos de Sapezal.

Fonte: ALMT – MT

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Gisela deixa cargo em secretaria em aberto e condiciona decisão à transição

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A vice-governadora eleita de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), ainda não definiu qual será sua função na próxima gestão de Otaviano Pivetta (Republicanos). Ela não descarta assumir uma secretaria estadual, mas afirma que qualquer decisão dependerá da análise das necessidades do governo durante o período de transição.

Em entrevista ao programa Roda de Entrevista, Gisela explicou que uma comissão deverá avaliar o funcionamento das pastas, identificar os resultados positivos e apontar os setores que precisam de mudanças. O trabalho deve começar após o segundo turno das eleições presidenciais.

Segundo ela, a proposta é contribuir para a construção de uma administração alinhada ao perfil de Pivetta, considerando os resultados alcançados nos últimos anos e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.

“Diante desse levantamento, que vou estar junto a essa comissão, é que a gente vai definir onde a gente pode ser mais importante para a governança”, afirmou.

Embora tenha defendido maior protagonismo durante a campanha, Gisela adotou cautela ao falar sobre a possibilidade de comandar uma secretaria. A vice-governadora eleita ressaltou que não há, até o momento, um acordo fechado sobre a função que poderá exercer além das atribuições próprias do cargo.

Ao comentar a experiência de Pivetta como vice-governador de Mauro Mendes, Gisela destacou que ele conseguiu contribuir com a administração sem necessariamente assumir o comando de uma pasta. Para ela, a atuação na próxima gestão deverá considerar as características de cada integrante do Executivo.

“Às vezes pode ser que, diante da transição e diante do que a gente observar, pode ser que seja necessário, mas não tem nada construído ainda”, declarou.

Gisela foi escolhida para compor a chapa de Pivetta após mudanças nas articulações políticas que antecederam a eleição. A futura vice-governadora afirmou que pretende participar da avaliação da máquina pública antes de definir como poderá colaborar com a nova administração.

A composição do secretariado e a distribuição das funções no governo, portanto, seguem em aberto. A expectativa é que as definições avancem após o diagnóstico da equipe de transição, levando em conta as prioridades e as necessidades identificadas em cada área.

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