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TCE-MT apresenta ferramentas de gestão estratégica em seminário na UFMT

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Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
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Subsecretário da Seplan, Guilherme de Almeida, presentou práticas que consolidam o TCE-MT como referência em planejamento estratégico no setor público. Clique aqui para ampliar

Os sistemas e ferramentas de gestão do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) foram destaque no “Seminário de Sistemas de Gestão Empresarial: O caso do TCE-MT”, realizado nesta terça-feira (16), no Auditório da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da Universidade Federal de Mato Grosso (FACC/UFMT). 

O órgão de controle externo foi representado pelo subsecretário da Secretaria Executiva de Planejamento (Seplan), Guilherme de Almeida, que junto de sua equipe apresentou aos estudantes as práticas que consolidam o TCE-MT como referência em planejamento estratégico no setor público.

Durante as apresentações, os servidores do TCE-MT detalharam o uso do Balanced Scorecard (BSC), ferramenta central do planejamento estratégico do Tribunal, o Programa de Apoio ao Gerenciamento do Planejamento Estratégico (GPE), voltado aos municípios de Mato Grosso, além dos Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) e de Gestão de Energia (SGE), que asseguram à instituição certificações como ISO 9001 e ISO 50001, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Para Guilherme de Almeida, a participação no seminário reforça a importância de compartilhar a experiência do TCE-MT com possíveis futuros gestores públicos. “O Tribunal de Contas de Mato Grosso é referência em planejamento estratégico. Implementamos ferramentas como o BSC e a análise SWOT há mais de 20 anos, criando uma cultura de planejamento que traz resultados importantes para a qualidade dos serviços públicos”, afirmou. 

Ele destacou ainda que o encontro ajuda a desmistificar a visão sobre a gestão pública. “Muitas vezes o serviço público é olhado com preconceito. O Tribunal procura implementar as melhores práticas, em parceria com instituições de ensino como a UFMT, para mostrar que a administração pública é um campo de trabalho em aperfeiçoamento e com oportunidades para esses alunos que em breve serão gestores.”

Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
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Seminário de Sistemas de Gestão Empresarial: O caso do TCE-MT foi promovido pela UFMT.

Segundo a servidora da Seplan Florence Arruda, a parceria com a UFMT permite aproximar teoria e prática. “O Tribunal utiliza o BSC como ferramenta de medição de desempenho dos seus indicadores, o que permite melhorar e aperfeiçoar o planejamento estratégico”, explicou.

Para a diretora da FACC/UFMT, Giseli Silventi, o evento reforça o papel da universidade em transformar conhecimento científico em aplicabilidade social. “Ao compartilhar com nossos alunos suas experiências, o TCE-MT nos dá base para futuras pesquisas científicas e aperfeiçoamento do conhecimento técnico”, avaliou.

A estudante do 7º semestre de Administração, Maria Lucia Franco de Almeida, destacou a relevância do seminário para a formação profissional. “Sempre temos em sala de aula as teorias e este seminário mostra que tudo isso é real e aplicável, seja na gestão pública ou privada. É uma oportunidade enorme enxergar a prática além da sala de aula”, afirmou.

O seminário integrou as atividades do Convênio de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I n° 01/2023), celebrado entre TCE-MT, o Ministério Público de Contas do Estado de Mato Grosso (MPC-MT) e a UFMT, que possibilita aos estudantes e professores a aplicação do conhecimento adquirido em sala de aula à serviço da sociedade.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Telefone: 3613-7561

Fonte: TCE MT – MT

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Júri de policiais penais é adiado após dissolução do conselho

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O julgamento de três réus, dois deles policiais penais, acusados de envolvimento no homicídio de Giovanni Henrique Oliveira Lopes, ocorrido em 2018, foi interrompido nesta terça-feira (13) após a dissolução do Conselho de Sentença. A decisão foi proferida pelo Juízo responsável pelo caso em razão da apresentação, pela defesa, de um relatório sigiloso que não constava nos autos disponíveis na Comarca de Primavera do Leste.A controvérsia sobre o documento foi levantada pelos advogados dos réus, que sustentaram que o relatório já havia sido juntado ao processo quando o feito tramitava na Comarca de Poxoréu. Segundo a defesa, o material não teria sido encaminhado quando os autos foram transferidos para Primavera do Leste, após o desaforamento do julgamento.Os promotores de Justiça Fabison Miranda Cardoso e Eduardo Antônio Ferreira Zaque, integrantes do Grupo de Atuação Especial do Tribunal do Júri (GaeJúri) do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), manifestaram-se pela impugnação do relatório, sustentando a impossibilidade de utilização do documento nas circunstâncias apresentadas e prosseguimento do Júri.“Após a oitiva de várias testemunhas, a defesa apresentou um relatório supostamente sigiloso. O processo tramitava em Poxoréu e foi desaforado para Primavera do Leste. Quando os autos foram encaminhados, esse anexo sigiloso não foi enviado. Todos fomos surpreendidos em plenário. O Ministério Público suscitou questão de ordem para que o relatório fosse excluído ou não fosse utilizado”, explicou o promotor de Justiça Fabison Miranda Cardoso.Diante da situação, a magistrada determinou a dissolução do Conselho de Sentença e redesignou o julgamento para o dia 20 de janeiro de 2027, às 8h. Antes da interrupção dos trabalhos, dez testemunhas chegaram a ser ouvidas em plenário.“Com a dissolução do Conselho de Sentença, é designada uma nova data para o julgamento. Um novo conselho será sorteado e as testemunhas arroladas pelo Ministério Público, pela defesa e pela assistência de acusação voltarão a ser ouvidas. O Júri recomeça desde o início, com novo sorteio dos jurados, já que os integrantes do conselho dissolvido tiveram contato direto com os fatos discutidos nesta sessão”, explicou o promotor de Justiça Eduardo Antônio Ferreira Zaque.O processo apura o assassinato de Giovanni Henrique Oliveira Lopes, ocorrido em 1º de maio de 2018, em Poxoréu. Conforme a denúncia do Ministério Público, após uma discussão iniciada durante o evento denominado Encontro de Violeiros, a vítima foi perseguida até uma residência, onde foi atingida por disparo de arma de fogo.Respondem ao júri o policial penal Fábio Domingos, acusado de homicídio qualificado por recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima e apontado pelo Ministério Público como autor do disparo fatal; o policial penal Carlos Jesus de Oliveira, denunciado por homicídio qualificado em concurso de pessoas; e Josane Francisca Dias de Souza, denunciada por disparo de arma de fogo.Segundo a acusação, durante a discussão ocorrida no estacionamento da festa, Josane Francisca Dias de Souza, esposa de Fábio Domingos, teria efetuado um disparo que atingiu a lataria do veículo conduzido por Giovanni Henrique Oliveira Lopes.Também figurava entre os denunciados por homicídio qualificado Patrício Francisco Dias, apontado pelo Ministério Público como participante da ação criminosa em concurso de pessoas. O processo em relação a ele, entretanto, foi extinto em razão de seu falecimento.De acordo com a denúncia, após a discussão ocorrida durante a festa, Fábio Domingos, Carlos Jesus de Oliveira e Patrício Francisco Dias teriam seguido a vítima e invadido a residência onde ela se encontrava, apresentando-se como policiais. Conforme a acusação, Giovanni Henrique Oliveira Lopes foi surpreendido dentro do imóvel e atingido por um disparo na cabeça, na frente do filho de 4 anos, na época.Com o adiamento, o caso voltará a ser submetido ao Tribunal do Júri em janeiro do próximo ano, quando um novo Conselho de Sentença será constituído para analisar as acusações formuladas pelo Ministério Público e as teses apresentadas pelas defesas.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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