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Polícia Penal flagra homem jogando celulares para dentro de cadeia feminina

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Policiais penais da cadeia feminina de Rondonópolis flagraram, na tarde desta segunda-feira (15.9) um suspeito que tentou jogar dois celulares analógicas para dentro da unidade prisional.

Ao observar o movimento, as policiais saíram com a viatura e conseguiram deter o suspeito. Durante a abordagem, ele tentou quebrar o próprio celular. Com apoio da Polícia Militar, o rapaz foi encaminhado à central deflagrantes da Polícia Civil.

Penitenciária masculina

Na Penitenciária Major Eldo de Sá Correia, neste final de semana, as equipes de plantão apreenderam dezenas de materiais ilícitos, como celulares, carregadores, entorpecentes, bebidas e fumo.

Parte dos materiais foi apreendida com visitantes que levariam os produtos a pessoas presas. Outros materiais foram localizados durante rondas no perímetro externo da unidade, entre eles sete celulares e acessórios.

Entre sábado e domingo, dias de visitação na penitenciária, a equipe de plantão flagrou três mulheres que tentavam entrar com drogas e fumo escondidos no órgão genital. Os materiais foram apontados durante a revista mecânica, no escâner corporal.

Os materiais apreendidos incluíam porções de maconha, fumo prensado e papel seda. As mulheres pretendiam entregar os itens a detentos durante a visita todas foram conduzidas à Delegacia da Polícia Civil para os procedimentos legais.

O diretor da penitenciária, Ailton Ferreira, explica que pela localização da penitenciária, às margens da MT-130, e com diversas lavouras no entorno, além de um aterro sanitário, criminosos se aproveitam para tentar levar materiais ilícitos por meio dos drones.

Ailton pontua que a segurança foi reforçada no perímetro da unidade prisional junto a operações de revistas constantes. Todos os visitantes são submetidos às revistas eletrônicas, com controle de acesso, com uso de equipamentos como portal detector de metal, raquete e banqueta detectora, escâneres de bancada e corporal e intensificação das rondas internas e externas no período noturno.

Fonte: Governo MT – MT

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Desembargadora compartilha reflexões sobre “Comunicação Não Violenta” com adolescentes

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Mulher de vestido verde discursa ao microfone para uma plateia de jovens sentados em cadeiras. Uma caixa de som preta está no chão em primeiro plano.A presidente do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva ministrou, na manhã desta sexta-feira (7), a palestra “Comunicação Não Violenta” para adolescentes participantes do projeto “15 Anos Solidário: Realizando Sonhos, Construindo Cidadania”, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Nossa Senhora do Livramento.

O encontro foi realizado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município e reuniu 47 adolescentes que completam 15 anos em 2026 e integram a quarta edição da iniciativa. O projeto tem como objetivo promover o desenvolvimento pessoal e social das adolescentes, fortalecer a autoestima, superar situações de vulnerabilidade e incentivar o protagonismo juvenil por meio de atividades realizadas ao longo do ano.

Durante a palestra, a desembargadora explicou que a Comunicação Não Violenta propõe um diálogo baseado em quatro pilares: observar sem julgar, reconhecer sentimentos, identificar necessidades e formular pedidos claros. Segundo a magistrada, essa prática ajuda a construir relações mais respeitosas e empáticas.

“É o terceiro ano que fomos convidados e tem sido muito prazeroso participar desse projeto. Queremos proporcionar a essas meninas um momento para pensar no futuro e acreditar nos próprios sonhos. A Comunicação Não Violenta é uma ferramenta que faz diferença na vida de qualquer ser humano, especialmente de quem está nos verdes anos da juventude”, afirmou.

Na sequência, as debutantes participaram de Círculos de Construção de Paz, com atividades voltadas ao autoconhecimento e à construção de projetos de vida. “Hoje o ser humano sente muito a falta de ser escutado. Uma das grandes bandeiras dos Círculos de Construção de Paz é justamente aprender a ouvir com atenção, respeito e foco na paz”, acrescentou a desembargadora.

Para a secretária municipal de Assistência Social, Elizabeth Oliveira, a presença da magistrada representa inspiração para as adolescentes. “Trazer a desembargadora Clarice para falar com essas meninas é muito significativo. Ela tem uma história de vida simples e hoje ocupa um espaço de destaque no Judiciário. Isso mostra às adolescentes que elas também podem sonhar e conquistar seus objetivos”, disse.

Foto em plano médio de uma jovem negra de cabelos cacheados curtos e óculos de grau, sorrindo suavemente. Ao fundo, uma cortina persiana azul.Participante do projeto, a estudante Thaiany Acosta, de 15 anos, contou que saiu do encontro mais confiante em relação ao futuro. “Foi muito gratificante e motivador. Quero lembrar desse momento lá na frente e usar isso como um degrau para alcançar meus sonhos. Pretendo ser advogada criminalista ou arquiteta paisagista e ajudar outras meninas a persistirem nos próprios sonhos”, comentou.
Já a estudante Geovana Ranyelly, também de 15 anos, ressaltou o aprendizado sobre diálogo e paciência. “A roda de conversa foi maravilhosa, nós conversamos muito. Também aprendi sobre comunicação não violenta, a ter um pouco mais de paciência, saber conversar e me comunicar, e isso me motiva muito. Meu sonho é fazer faculdade. Quero me formar em Agronomia ou ser uma grande empresária”, pontuou.

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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