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Max articula equipamentos para a agricultura familiar de Torixoréu

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Para fomentar a agricultura familiar, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), articulou junto ao governo do estado a entrega de equipamentos para o município de Torixoréu, por meio da Secretaria de Agricultura Familiar (Seaf). O primeiro maquinário, uma farinheira móvel, chegou na última quarta-feira (3) no município e a previsão é que os outros equipamentos cheguem ainda neste mês.

“Fico feliz de poder, junto com o vice-governador Otaviano Pivetta, entregar essa farinheira. Em poucos dias serão entregues um caminhão e uma pá carregadeira. Torixoréu pode contar com o meu apoio”, disse Max.

O prefeito de Torixoréu, Thiago Timo (PSB), disse que o equipamento fará a diferença na vida dos pequenos produtores. “Quero agradecer ao deputado Max por esse investimento que nós vamos levar para o pequeno produtor e para os assentados, que agora terão mais facilidade para fazer as suas farinhas”, frisou.

Além das ações realizadas para a agricultura familiar, Max Russi também destacou as parcerias na saúde que estão possibilitando a realização de cirurgias no município.

“Thiago vem fazendo um grande mandato. Agora mesmo está realizando cirurgias bariátricas, além de outros procedimentos cirúgicos. A gente já tem ajudado bastante e vai ajudar muito mais”, afirmou o presidente da Assembleia Legislativa

Fonte: ALMT – MT

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Gisela deixa cargo em secretaria em aberto e condiciona decisão à transição

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A vice-governadora eleita de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), ainda não definiu qual será sua função na próxima gestão de Otaviano Pivetta (Republicanos). Ela não descarta assumir uma secretaria estadual, mas afirma que qualquer decisão dependerá da análise das necessidades do governo durante o período de transição.

Em entrevista ao programa Roda de Entrevista, Gisela explicou que uma comissão deverá avaliar o funcionamento das pastas, identificar os resultados positivos e apontar os setores que precisam de mudanças. O trabalho deve começar após o segundo turno das eleições presidenciais.

Segundo ela, a proposta é contribuir para a construção de uma administração alinhada ao perfil de Pivetta, considerando os resultados alcançados nos últimos anos e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.

“Diante desse levantamento, que vou estar junto a essa comissão, é que a gente vai definir onde a gente pode ser mais importante para a governança”, afirmou.

Embora tenha defendido maior protagonismo durante a campanha, Gisela adotou cautela ao falar sobre a possibilidade de comandar uma secretaria. A vice-governadora eleita ressaltou que não há, até o momento, um acordo fechado sobre a função que poderá exercer além das atribuições próprias do cargo.

Ao comentar a experiência de Pivetta como vice-governador de Mauro Mendes, Gisela destacou que ele conseguiu contribuir com a administração sem necessariamente assumir o comando de uma pasta. Para ela, a atuação na próxima gestão deverá considerar as características de cada integrante do Executivo.

“Às vezes pode ser que, diante da transição e diante do que a gente observar, pode ser que seja necessário, mas não tem nada construído ainda”, declarou.

Gisela foi escolhida para compor a chapa de Pivetta após mudanças nas articulações políticas que antecederam a eleição. A futura vice-governadora afirmou que pretende participar da avaliação da máquina pública antes de definir como poderá colaborar com a nova administração.

A composição do secretariado e a distribuição das funções no governo, portanto, seguem em aberto. A expectativa é que as definições avancem após o diagnóstico da equipe de transição, levando em conta as prioridades e as necessidades identificadas em cada área.

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