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Polícias Civis de MT e PA prendem homicida condenado a 14 anos de prisão

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Uma ação conjunta entre as Polícias Civis de Mato Grosso e Pará culminou na prisão de um homem, de 45 anos, condenado a 14 anos pelo crime de homicídio, praticado em 2002, em Santa Cruz do Xingú (a 1.101 km de Cuiabá).

A prisão foi realizada nesta quinta-feira (4.9), na cidade, em cumprimento de mandado de prisão, no decorrer da Operação Amon, que visa cumprir mandados de prisão em aberto e prender foragidos da Justiça. A ação contou com apoio da Polícia Federal em Redenção (PA).

Após a prisão, o condenado foi encaminhado à delegacia e, posteriormente, à Cadeia Pública de Vila Rica, onde permanecerá à disposição da Justiça.

O crime

Em 2 de maio de 2002, o investigado armou uma tocaia e abordou a vítima, Gilberto Ferreira, no momento em que se dirigia para desligar a bomba d’água da fazenda onde se encontrava.

A vítima foi surpreendida, atingida brutalmente na cabeça por um pedaço de madeira e por disparos de arma de fogo, efetuados pelo pelo suspeito. Um dos disparos atingiu a nuca da vítima, resultando no óbito, ainda no local.

O crime teria sido motivado por ciúmes do suspeito em relação à sua ex-companheira. À época, ele disse a terceiros que matou Gilberto porque, segundo ele, Gilberto não respeitou sua ex-mulher.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Saúde mental de servidores do sistema prisional é debatida em reunião

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) participou de uma reunião interinstitucional no Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT/MT) voltada à discussão das condições de trabalho, da saúde mental e da valorização dos profissionais que atuam no sistema prisional mato-grossense. Representando a instituição, a procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou a necessidade de ampliar o olhar das instituições para o bem-estar dos servidores, diante dos elevados índices de adoecimento registrados na categoria.Durante o encontro, realizado na sexta-feira, 09/10, a procuradora de Justiça ressaltou que a valorização dos trabalhadores do sistema penitenciário é fundamental para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à execução penal. Segundo dados apresentados na reunião, 80% dos afastamentos por motivos de saúde registrados entre esses profissionais em 2025 estão relacionados ao sofrimento psíquico. “É muito importante que todas as instituições voltem um olhar para perceber o quanto esse servidor necessita ser valorizado”, afirmou Josane Guariente.Conduzida pelo presidente do TRT/MT, desembargador Aguimar Peixoto. Também participaram das discussões o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, o coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF), juiz Geraldo Fidelis Neto, representantes sindicais e gestores ligados à política prisional.O objetivo da reunião foi ampliar a participação dos profissionais que atuam diretamente nas unidades prisionais nas discussões e ações previstas pelo Plano Pena Justa. Iniciativa nacional coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com o objetivo de promover melhorias estruturais e institucionais no sistema prisional brasileiro, incluindo ações voltadas à valorização dos profissionais que atuam nas unidades penais.A pauta contemplou as demandas de policiais penais e de outros profissionais essenciais ao funcionamento do sistema, como psicólogos, médicos, dentistas e psiquiatras. Como encaminhamento, foi definida a realização de uma audiência pública para aprofundar o debate sobre saúde, condições de trabalho e valorização dos servidores do sistema prisional. A expectativa é que o evento ocorra em dezembro, reunindo instituições e profissionais envolvidos na temática.Informações: TRT-MT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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