Política
Setembro Amarelo: um compromisso com a vida
Política
Falar sobre o Setembro Amarelo é mais do que uma trend ou destacar uma campanha. É assumir um compromisso público com a vida e com a responsabilidade que tenho como parlamentar.
Desde 2015, quando a campanha foi oficialmente implantada no Brasil, setembro se tornou o mês em que a sociedade é chamada a refletir sobre a prevenção do suicídio e promoção da saúde mental. A cor amarela representa o otimismo e nos lembra que cada gesto de diálogo pode mudar destinos e que falar sobre saúde mental salva vidas.
O silêncio, ao contrário, pode ser fatal. A Organização Mundial da Saúde aponta que, a cada 40 segundos, uma pessoa morre por suicídio no mundo. No Brasil, são cerca de 14 mil mortes por ano, em média 38 todos os dias. Esse é um problema de saúde pública que não pode ser tratado apenas com campanhas simbólicas. Precisamos de políticas permanentes de acolhimento, de acesso ao tratamento e de incentivo ao diálogo aberto sobre saúde mental em todas as esferas da sociedade.
Foi com essa consciência que apresentei o Projeto de Lei que institui a Campanha de Conscientização sobre a Depressão Infantil e na Adolescência em Mato Grosso. Sei que crianças e jovens, muitas vezes, sofrem em silêncio, e precisamos oferecer informação, diálogo e apoio desde cedo.
Além disso, tive a honra de participar e apoiar o 1º Simpósio “Setembro Vivo”, realizado na Assembleia Legislativa, onde reunimos especialistas e a comunidade para debater os impactos da ansiedade, da depressão e do suicídio. Essas iniciativas mostram que é possível transformar reflexão em ação, aproximando o poder público das pessoas que mais precisam.
Como representante do povo, tenho a responsabilidade de transformar essa consciência em medidas concretas. Continuarei a trabalhar para ampliar campanhas educativas, fortalecer a rede pública de saúde mental e garantir que todos tenham acesso ao cuidado necessário. Mas também sei que essa luta vai além das leis.
Perguntar como alguém está, oferecer apoio e ouvir sem julgamento são atitudes que todos podemos adotar. O Setembro Amarelo é um chamado coletivo: salvar vidas depende tanto da ação do Estado quanto da solidariedade de cada cidadão. É com esse compromisso, político e humano, que sigo defendendo a vida em todas as suas formas.
Fonte: ALMT – MT
Política
Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.
Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.
“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.
Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.
“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.
A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.
Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.
O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.
As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.
-
Esportes7 dias atrásFim da linha: Corinthians demite Fernando Diniz
-
Economia6 dias atrásAssembleia com futuros moradores do Residencial Jardim Califórnia foi realizada nesta quarta (7)
-
Esportes7 dias atrásCuiabá segura o Vila Nova em casa cheia e Tigrão perde a liderança da Série B
-
Política6 dias atrásPL garante atendimento odontológico a crianças, idosos e pessoas acolhidas em MT
-
Esportes6 dias atrásFlaco López marca, Palmeiras vence o Bahia e colar no líder Flamengo
-
Esportes6 dias atrásSavarino faz três, Fluminense goleia o Coritiba e assume o terceiro lugar do Brasileirão
-
Cultura6 dias atrásCanadense Anne Carson vence Nobel de Literatura
-
Economia5 dias atrásPrefeitura de Sinop avança na proteção às mulheres com conquista de Centro de Referência da Mulher Brasileira
