Polícia
Polícia Militar prende suspeito por violência doméstica e apreende pistola em Pontes e Lacerda
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Policiais militares do 18º Batalhão prenderam em flagrante um homem, de 62 anos, pelo crime de lesão corporal motivado por violência doméstica e porte ilegal de arma de fogo, na manhã desta terça-feira (2.9), em Pontes e Lacerda. Com o suspeito, a PM também apreendeu uma pistola e cinco munições.
A equipe foi acionada via 190 por uma mulher, de 48 anos, que denunciou estar em situação de risco após ter sido agredida pelo seu esposo. De acordo com a vítima, ela e o marido estavam em uma discussão quando ele teria lhe empurrado contra uma pia, causando lesões, além de fazer ameaças com uma faca.
Os policiais foram ao endereço e encontraram a vítima bastante abalada. Para os militares, a mulher disse ainda que temia por sua vida e segurança, pois o seu marido estava com uma arma de fogo guardada na casa.
Nas buscas dentro do imóvel, os militares abordaram o agressor e deram voz de prisão a ele. Na continuidade das buscas, também foi localizada uma pistola de calibre 22 carregada com cinco munições.
O homem foi conduzido até o batalhão da PM para demais procedimentos e chegou a passar mal, com a pressão arterial alta. Ele foi atendido por uma equipe do Corpo de Bombeiros e depois conduzido para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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