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Homem é preso pela PM por porte ilegal de arma de fogo após ameaçar conhecido com uma espingarda

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Um homem, de 22 anos, foi preso nesta quinta-feira (28.8), por policiais militares da 9ª Companhia Independente, por porte ilegal de arma de fogo, na zona rural do município de Santo Afonso (255 km de Cuiabá). As equipes apreenderam uma espingarda calibre 36, sete munições e dois facões. O suspeito ainda teria ameaçado um colega de morte.

Conforme o boletim de ocorrência, um homem alegou que foi tirar satisfação com o suspeito, após ele mandar mensagens de cunho sexual à esposa da vítima. Ele foi até a casa do denunciado portando uma faca na cintura, temendo ser agredido.

Na ocasião, o indivíduo tentou agredir o colega, mas retornou para dentro da residência e saiu com uma espingarda, alegando que iria atirar. A vítima saiu correndo da casa e denunciou a situação aos policiais militares.

As equipes militares foram até o endereço apontado pela vítima, localizaram e abordaram o suspeito. Os policiais militares encontraram a capa de uma arma de fogo na área do homem. No entanto, ele alegou que não portava nenhuma arma de fogo no imóvel.

Testemunhas alegaram que momentos antes da chegada dos policiais militares, o suspeito escondeu o armamento no meio do pasto, sendo apreendido em seguida. As equipes conduziram o homem à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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