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Cena Contemporânea apresenta mais de 30 espetáculos em Brasília

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O Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília – completa 30 anos com uma edição especial que começa nesta terça-feira, na capital federal. O festival chega a vários espaços da cidade com mais de 30 espetáculos.

O curador do festival, Guilherme Reis, conta que na programação tem peças da Argentina e do Chile, e espetáculos do Rio Grande do Norte, do eixo Rio-São Paulo, além de produções brasilienses.

Os palcos do Cena Contemporânea em 2025 vão ser atravessados por questões que refletem o cenário atual de um mundo em convulsão. Os artistas questionam, através do teatro, o preconceito racial, os desmandos políticos e a desigualdade social.

O o curador do cena contemporânea afirma ser livre para criar novas possibilidades, é o que o teatro brasileiro proporciona.

O festival acontece com preços populares até 07 de setembro em vários espaços culturais de Brasília. A programação completa está no site: cenacontemporanea.com.br

 


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria é tema de pesquisa sobre comunicação e cidadania

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O programa Viva Maria desta segunda-feira, 17, segue em ritmo de celebração pelos seus 45 anos, com o projeto “Viva Maria na Academia”. Lançado em março deste ano, o projeto já identificou cerca de 30 trabalhos acadêmicos que têm o programa como objeto de pesquisa e analisam sua trajetória e contribuição para a comunicação pública e para a luta pelos direitos das mulheres.

A convidada desta edição é a jornalista paraense Gabriela Sobral Marques Feitosa, autora do trabalho “Viva Maria: uma voz em prol das mulheres no rádio”, defendido em 2012, no Instituto de Educação Superior de Brasília, o IESB.

Gabriela conta que seu interesse pelo programa surgiu depois de assistir, na TV Brasil, a uma reportagem do Caminhos da Reportagem sobre a trajetória de Mara Régia e sua atuação na Rádio Nacional da Amazônia. Paraense e amazônida, a pesquisadora se identificou com a relação construída pelo programa com as mulheres da região e com a capacidade do rádio de levar informação e cidadania.

Para desenvolver a pesquisa, Gabriela consultou arquivos dos jornais Correio Braziliense e Jornal de Brasília, além de bibliografia sobre mobilização social, comunicação popular e educomunicação. A partir da análise de conteúdo de diferentes edições do programa, ela investigou a contribuição do Viva Maria para a mobilização das mulheres e para a comunicação de interesse público.

O trabalho também aborda a relação do programa com o movimento de mulheres e destaca referências como o Centro Feminista de Estudos e Assessoria, o CFEMEA.

Na entrevista, Gabriela fala ainda sobre a importância de preservar, por meio da pesquisa acadêmica, a memória de um programa que há 45 anos articula informação, cidadania e defesa dos direitos das mulheres pelas ondas do rádio.

O Viva Maria também convida pesquisadores que tenham produzido artigos, trabalhos de conclusão de curso, dissertações ou teses sobre o programa a participar do projeto “Viva Maria na Academia”. Os interessados podem enviar informações sobre suas pesquisas para: vivamariaano45@gmail.com.


Fonte: EBC Cultura

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