Agricultura
Safra 2024/2025 registra crescimento de 29,4% na produção de grãos
Agricultura
A safra 2024/2025 em Rondônia apresenta resultados positivos, com destaque para o milho da segunda safra, cuja colheita avança com qualidade e produtividade acima das projeções iniciais. O clima seco predominante no estado contribuiu para a maturação uniforme dos grãos, favorecendo o bom desempenho das lavouras.
De acordo com dados da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron), do governo de Rondônia, o estado registrou 5.373,5 mil toneladas na safra 2024/2025, representando um crescimento de 29,4% em relação à safra anterior, que foi de 4.153,4 mil toneladas. Esse desempenho coloca Rondônia como um dos maiores crescimentos na produção de grãos no país.
O bom desempenho das lavouras e o planejamento estratégico dos produtores indicam que Rondônia está se consolidando como uma potência agrícola no cenário nacional, com perspectivas positivas para os próximos ciclos produtivos. Enquanto a colheita de milho avança, Rondônia já se prepara para o próximo ciclo de soja. Entre 10 de junho e 10 de setembro de 2025, está em vigor o vazio sanitário da soja, período no qual não é permitido plantar ou manter plantas vivas, incluindo os chamados “guaxas” ou “tigueras”. Essa medida é fundamental para evitar pragas e doenças, garantindo a saúde da nova safra.
Fonte: Pensar Agro
Agricultura
Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade
Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.
Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.
O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.
A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.
Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.
Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.
Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.
Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.
Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.
Fonte: Pensar Agro
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