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PM prende suspeito de violência doméstica e apreende espingarda em Primavera do Leste

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Policiais militares do 14º Batalhão prenderam um homem, de 40 anos, por lesão corporal motivada por violência doméstica e posse irregular de arma de fogo, na manhã desta segunda-feira (25.8), em Primavera do Leste. Com o suspeito, a PM apreendeu uma espingarda e uma munição.

A equipe do 14º BPM atendeu uma denúncia e compareceu até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) onde uma vítima de violência doméstica estava sendo atendida. No endereço, os policiais encontraram o suspeito já detido por um policial militar, que cumpria plantão no local, e a mulher recebendo atendimento médico.

Em depoimento aos militares, a vítima relatou que estava sofrendo agressões físicas do marido há cerca de dois dias, sendo levada pelo próprio suspeito até a UPA após reclamar de muitas dores pelo corpo. A mulher estava com lesões nos braços, rosto e fratura no nariz e resolveu fazer a denúncia após ser alertada pela equipe médico do local.

A vítima também disse à PM que recebia ameaças de morte e temia pela sua vida, pois o suspeito possuía uma arma de fogo guardada na residência do casal.

Com a autorização da mulher, os policiais foram até a residência dela e fizeram buscas no imóvel, sendo possível localizar uma espingarda de calibre 28 com um cartucho de munição intacto.

O agressor recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido até a delegacia da cidade para registro da ocorrência e entregue para a Polícia Judiciária Civil para demais providências que o caso requer.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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