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Condenado por homicídio em MS é preso pela Polícia Civil em Rondonópolis

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Um homem condenado por homicídio que estava foragido da Justiça teve o mandado de prisão preventiva cumprido, nesta segunda-feira (18.8), em uma ação conjunta das Polícias Civis de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

O procurado, de 68 anos, estava com mandado de prisão decretado pela Justiça por condenação a 12 anos de prisão em regime fechado pelo crime de homicídio qualificado pelo motivo fútil com motivação passional. Como a decisão transitou em julgado, não havia mais possibilidade de recurso.

A prisão do foragido ocorreu em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis (MT) em parceria com o Setor de Investigações Gerais (SIG) da Delegacia de Costa Rica (MS).

O crime ocorreu em 10 de julho de 1998, quando o então condenado esfaqueou a vítima de 25 anos, na região escapular, causando sua morte. Durante o julgamento, o réu admitiu ter cometido o crime em razão de ciúmes, relatando que sua esposa queria ir a uma festa, mas, ao ser impedida, foi levada pela vítima ao local.

Após a troca de informações entre as unidades policiais, o foragido teve o paradeiro identificado na cidade de Rondonópolis, onde teve a ordem judicial cumprida, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

A Polícia Civil reforça que a integração entre as forças de segurança é fundamental para localizar e prender foragidos da Justiça, garantindo o cumprimento das decisões judiciais e a responsabilização dos condenados.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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