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PSF do Jardim Itália passa por reforma e ampliação
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O Posto de Saúde da Família (PSF) do Jardim Itália está passando por uma grande reforma e também será ampliado, para oferecer um espaço mais confortável, seguro e acessível a todos que dependem da unidade. Além de garantir a ambiência, novas salas estão sendo construídas para melhorar o fluxo de atendimento e proporcionar mais qualidade nos serviços prestados à comunidade.
A obra contempla ainda a troca do telhado, reparos estruturais, piso, pintura geral, modernização da parte elétrica, instalação de novos aparelhos de ar-condicionado, renovação do mobiliário e da lavanderia. Para garantir mais inclusão, também estão sendo colocadas barras de apoio nos banheiros, pensando no cuidado com as Pessoas com Deficiência (PCD).
Enquanto a reforma acontece, a população do Jardim Itália está sendo recebida no PSF do Jardim Amazônia, todos os dias das 13h às 19h. Já os pacientes que moram no próprio Jardim Amazônia continuam sendo atendidos normalmente no período da manhã, das 7h às 13h. Essa organização foi feita para que todos tenham acesso ao atendimento sem prejuízos.
Ao todo, estão sendo investidos R$ 200 mil em recursos próprios da Prefeitura, com execução da obra pela Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra).
Para a coordenadora da Atenção Primária, Cátia Luciano, investir nas unidades de saúde é também investir nas pessoas. Ela ressalta que o Município está trabalhando para que as unidades de saúde sejam cada vez mais acolhedoras e com mais agilidade nos atendimentos prestados a população.
“Com a reforma e a ampliação, o PSF do Jardim Itália vai ganhar vida nova e se transformar em um espaço ainda mais funcional, pronto para acolher com qualidade e respeito cada paciente que passar por ali. Até lá, contamos com a compreensão de todos os usuários e reforçamos que cada melhoria está sendo feita pensando no bem-estar da comunidade”, finaliza Cátia.
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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária
Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.
Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.
“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.
Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.
Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:
“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.
Tecnologia aplicada à gestão fiscal
A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.
Entre as iniciativas, destacam-se:
Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;
Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;
Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas
Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.
ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã
Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.
Nesse contexto:
O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS
A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)
Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência
Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.
“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.
Sustentabilidade fiscal como política pública
A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:
Qualidade dos dados fiscais
Uso intensivo de tecnologia
Conformidade e regularização dos contribuintes
“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.
Transição da Reforma Tributária: o que muda
2026: fase de adaptação operacional
2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins
2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS
2033: IBS plenamente implementado
2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)
Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.
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