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Várzea Grande recebe 4ª edição do Prêmio Alfabetiza MT com ‘10 escolas no Top 10’

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O Ginásio poliesportivo do Fiotão, em Várzea Grande, será o palco da cerimônia de entrega da premiação do Programa Alfabetiza MT, edição 2025.

Criado em 2021, pelo Governo do Estado de Mato Grosso, o programa tem como finalidade incentivar e premiar as escolas que apresentam bons resultados na elevação das taxas de alfabetização nas séries avançadas.

Esta é a primeira vez que Várzea Grande será a sede do evento estadual. A solenidade que conta com 10 escolas no ‘Top 10’ e destaque em três categorias, vai reunir, professores, diretores, alunos, comunidade escolar da capital e do interior, além de autoridades estaduais e municipais.

O QUÊ? Quarta edição do Prêmio Alfabetiza MT

DIA: HOJE, 20 de agosto, às 16h

LOCAL: Ginásio Poliesportivo do Fiotão – Centro – Várzea Grande

CONFIRA AS ESCOLAS PREMIADAS NO TOP 10:

EMEB DAVID MAYER

EMEB ANTONIA FELIPA DE CAMPOS MARTINS

EMEB ANA FRANCISCA DE BARROS

EMEB MARIA DE LOURDES TOLEDO AREIAS

EMEB PROFª RITA AUXILIADORA DE CAMPOS CUNHA

EMEB EMANUEL BENEDITO DE ARRUDA

EMEB ANTONIO JOAQUIM DE ARRUDA

EMEB PROFº DEMÉTRIO DE SOUZA

EMEB HEROCLITO LEONCIO MONTEIRO

EMEB DR. GABRIEL MULLER

Escolas com duas premiações: TOP 10 e DESEMPENHO

EMEB ALINO FERREIRA DE MAGALHÃES

EMEB PROFª. SALVELINA FERREIRA DA SILVA

Professora que mais se destacou na alfabetização com equidade:

Profª Waldete da Guia Salasar Felipe, da EMEB SALVELINA FERREIRA DA SILVA

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Prestadora de serviço aciona Justiça e cobra indenização de R$ 65 mil por trabalho em pesquisa ligada a Fávaro

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Uma prestadora de serviços entrou com uma ação na Justiça contra o senador Carlos Fávaro (PSD), cobrando indenização de R$ 65 mil por danos morais, após alegar ter sido submetida a condições consideradas degradantes durante a realização de uma pesquisa de campo em Cuiabá.

A ação foi protocolada no dia 26 de junho por Patrícia Cristina da Silva. Segundo a petição, ela teria sido contratada em maio para aplicar questionários em bairros da periferia da Capital, incluindo Pedra 90 e Tijucal, em um trabalho que teria sido solicitado pela equipe ligada ao senador.

De acordo com a autora da ação, os prestadores de serviço enfrentavam longos períodos de trabalho em áreas externas, sob altas temperaturas, sem que fosse disponibilizada água potável pela equipe responsável pela contratação.

A mulher relata ainda que o acordo inicial previa o pagamento fixo de R$ 1.850,00 pela realização da atividade. Porém, conforme a ação, posteriormente teria ocorrido uma mudança na forma de remuneração, que passou a considerar pagamento por comissão conforme a quantidade de pesquisas realizadas e comprovadas.

Na petição, Patrícia afirma que realizou 499 questionários durante o período contratado, mas que parte do trabalho não teria sido remunerada. Ela também relata que havia cobrança de envio de fotos das residências visitadas por meio do aplicativo WhatsApp, como forma de acompanhamento da execução do serviço.

A ação judicial solicita o pagamento de indenização por danos morais em razão das condições relatadas pela prestadora. O trabalho mencionado no processo não consta na prestação de contas do senador Carlos Fávaro junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O caso agora deverá ser analisado pela Justiça, que irá avaliar os argumentos apresentados pela autora e as eventuais manifestações da parte citada no processo.

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