Polícia

Homem é preso pela PM com 10 quilos de drogas e 15 quilos de ácido bórico em Cuiabá

Publicado em

Polícia

Policiais militares do 10º Batalhão prenderam em flagrante um homem, de 41 anos, por tráfico ilícito de drogas, na tarde desta quinta-feira (14.8), em Cuiabá. Com o suspeito, a PM apreendeu 10 quilos de entorpecentes entre pasta base de cocaína e maconha e 15 quilos de ácido bórico, utilizado para preparo de drogas.

Durante patrulhamento pela Capital, na região do bairro Planalto, a equipe do 10º BPM foi abordada por populares que denunciaram, de forma anônima, a presença de um suposto traficante da região que transitava frequentemente em um residencial de quitinetes, carregando pacotes e caixas de modo suspeito.

Diante da denúncia, os policiais se deslocaram ao endereço informado e encontraram o homem, com as mesmas características informadas, carregando uma sacola. O suspeito, ao notar a presença da PM, jogou a sacola no chão, tentou correr e entrar no conjunto de quitinetes.

Os militares conseguiram deter o homem e localizaram na sacola a quantidade de pequenos pacotes contendo entorpecentes e um simulacro de arma de fogo semelhante a pistola.

Ao realizar buscas no imóvel do suspeito, a PM encontrou mais porções de drogas, dois tabletes de pasta base de cocaína, seis tabletes e quatro pedaços grandes de maconha, totalizando 10 quilos. Também no local, um saco contendo 15 quilos de ácido bórico, utilizado para o preparo de entorpecentes, foi apreendido.

O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido, junto com todo o material apreendido, para a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais procedimentos.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

Publicados

em

Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA