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No Rio, Palácio Gustavo Capanema é reaberto ao público

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O Palácio Gustavo Capanema, no centro do Rio de Janeiro, foi reaberto para visitação pública nesta quinta-feira (7). Uma parceria entre o Ministério da Cultura e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro vai possibilitar as visitas educativas com mediação de estudantes.

O agendamento para a visitação pode ser feito pelo site do ministério. O interessado pode optar pela modalidade individual ou em grupo, sempre às quintas e sextas-feiras, entre 9h e 15h30.

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, avaliou, em nota, que reabrir o Palácio Gustavo Capanema às visitas do público é reconectar o Brasil com um dos maiores símbolos da arquitetura e da história cultural brasileira.

Erguido entre 1937 e 1945 para ser a sede do Ministério da Educação e Saúde Pública, o palácio de 16 pavimentos representa um marco da arquitetura moderna. O prédio foi projetado por Lúcio Costa, com colaboração de Oscar Niemeyer e consultoria do arquiteto suíço e naturalizado francês Le Corbusier.

O espaço possui obras de Cândido Portinari, Burle Marx e Bruno Giorgi, entre outros artistas.

*Com informações da Agência Brasil.


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Rádio Nacional da Amazônia completa 49 anos

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A Rádio Nacional da Amazônia completa 49 anos nesta terça-feira,1º, e ganha uma homenagem especial no Viva Maria. Com apresentação de Mara Régia, o programa celebra a história da emissora que, há quase cinco décadas, leva informação, cultura e serviço a comunidades de diferentes regiões da Amazônia.

Para marcar a data, o programa recupera a memória musical da emissora em um depoimento do cantor e compositor paraense Nilson Chaves. Ele relembra o processo coletivo de criação de oito peças musicais produzidas especialmente para a Rádio Nacional da Amazônia, em uma experiência que buscou traduzir, em diferentes ritmos, a diversidade cultural da região e a relação da rádio com seus ouvintes.

“Conseguimos viajar um pouco nos ritmos da Amazônia, trazer mais esses ritmos para dentro da rádio, que fosse a identidade da rádio junto com esse povo amazônico”, conta Nilson Chaves.

A edição também apresenta uma memória especialmente afetiva. Mara Régia, que há décadas está ligada à programação da Rádio Nacional da Amazônia, lembra que a emissora se tornou uma espécie de ponte entre os territórios mais distantes e o restante do país.

Essa dimensão aparece com força no depoimento de Maryellen Crisóstomo, jornalista, ativista dos direitos humanos e liderança quilombola do Território Baião, em Almas, no sudeste do Tocantins. Ela conta que cresceu ouvindo a Nacional da Amazônia e que, para sua família, a rádio era muito mais do que uma fonte de informação: era também um meio de comunicação entre parentes e comunidades.

Maryellen recorda, por exemplo, os calendários enviados pela emissora aos ouvintes que escreviam para a rádio. A lembrança, guardada desde a infância, transforma em testemunho da presença da Nacional da Amazônia no cotidiano de comunidades onde outros meios de comunicação praticamente não chegavam.

E, para Mara Régia, a comemoração dos 49 anos já aponta para o próximo grande marco: o cinquentenário da emissora, em 2027.

Confira no player.


Fonte: EBC Cultura

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