Polícia
Polícia Militar prende homem por tráfico de drogas e apreende tabletes de maconha
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Policiais militares do 4º Batalhão prenderam um homem de 56 anos, suspeito de tráfico de drogas, na tarde desta sexta-feira (1º.8), em Cuiabá. Com o suspeito, foram encontrados seis tabletes de maconha e uma quantia de dinheiro boliviano.
A equipe policial do Grupo de Apoio (GAP) recebeu uma denúncia de que um homem havia recebido uma quantidade de drogas em frente à rodoviária e estava hospedado em um hotel no bairro Alvorada. Diante das informações, os policiais se deslocaram até o endereço em busca do suspeito.
Ao chegar ao local, os militares flagraram um homem com as mesmas características informadas em uma distribuidora de bebidas ao lado do hotel informado. Os policiais realizaram a abordagem e localizaram seis tabletes de maconha em uma caixa de papelão, além de uma quantia em dinheiro em moedas brasileira e boliviana.
Questionado sobre a droga, o suspeito relatou à PM que recebeu os tabletes de uma mulher em frente à rodoviária e que iria entregá-los a um comprador na mesma região. O suspeito ressaltou que é de Pontes e Lacerda. A equipe realizou buscas no quarto do hotel e não foram localizados mais entorpecentes.
Diante dos fatos, o suspeito foi encaminhado para a Central de Flagrantes de Cuiabá, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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