Várzea Grande
Prefeitura recupera conservadoras e restabelece rotina de vacinação
Várzea Grande
Com isso, todas as unidades básicas de saúde do Município voltaram a contar com seus equipamentos em pleno funcionamento, garantindo o armazenamento seguro e adequado dos imunizantes
A saúde de Várzea Grande dá mais um passo importante na reestruturação da rede municipal com a conclusão do conserto de 20 conservadoras de vacinas. A atual gestão recebeu 13 delas danificadas e outras precisavam de manutenção corretiva. Com isso, todas as unidades básicas de saúde do Município voltaram a contar com seus equipamentos em pleno funcionamento, garantindo o armazenamento seguro e adequado dos imunizantes.
Durante o período de manutenção, foi adotado um sistema de vacinação volante, com transporte dos imunizantes em caixas térmicas apropriadas, para garantir o atendimento seguro nas unidades afetadas. Agora, com todos os equipamentos restabelecidos, as vacinas voltam a ser aplicadas normalmente nas unidades, dentro dos horários regulares de atendimento: de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.
A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, explica que ao assumir a gestão encontrou mais de 13 unidades com conservadores inoperantes. Para solucionar o problema, foi necessário realizar um processo licitatório para contratar empresa especializada na assistência técnica desses equipamentos. “As conservadoras são fundamentais para o armazenamento adequado das vacinas. Com todas funcionando novamente, ganhamos em segurança, eficiência e qualidade na logística de imunização. É um avanço importante e necessário para garantir o pleno funcionamento da rotina vacinal da população”.
No início do mês, a empresa deu início à manutenção em três conservadoras, a do bairro Água Limpa, Jardim Imperial e Ouro Verde. Essa semana foram concluídas as do Capão Grande, Marajoara, 24 de Dezembro, Jardim Eldorado, Cristo Rei, Cohab Cristo Rei, Auri Curvo, Maringá, Nossa Senhora da Guia e Limpo Grande.
Com a normalização, os moradores voltam a contar com os imunizantes em suas unidades de referência, ou seja, mais próximos de suas casas.
Várzea Grande
Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.
Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.
“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.
Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.
“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.
A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.
Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.
O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.
As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.
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