Várzea Grande
Dançarinos de Várzea Grande colecionam vitórias em competições internacionais
Várzea Grande
Eles representam o Município pelo Brasil e pelo mundo, levando o nome e as tradições de todo um povo e ainda contribuem para perpetuação da cultura local
O grupo de danças folclóricas Flor Ribeirinha, criado em 1995 no bairro São Gonçalo Beira Rio, em Cuiabá, se tornou um dos símbolos da cultura mato-grossense e atualmente se apresenta em todo território nacional, além de turnês mundiais e em competições internacionais. Declarado como patrimônio histórico, cultural e de natureza imaterial em 2025, o grupo conta com a participação de dançarinos de Várzea Grande, que representam o município com muito brilhantismo.
Os dançarinos: Willian Vicente (participa do grupo há 10 anos), Nicoly Lopes (participa há 7 anos), Maximiano Bruno (participa há 7 anos), Gabriel Henrique (participa há 5 anos), Edimyla Estar (participa há 2 anos) e Claiane Silva (participa há 2 anos), além de Eduardo Andrade, que participa como videomaker há 3 anos, são todos de Várzea Grande.
Eles contam que representar o município pelo Brasil e pelo mundo, levando o nome e as tradições de Várzea Grande é motivo de orgulho e reforçam ainda mais o compromisso e dedicação nas apresentações do siriri, cururu, além do espetáculo da diversidade cultural dos ritmos: rasqueado, lambadão, frevo, samba, forró, moringa, afro e boi bumbá, que empolgam o público por onde se apresentam.
Para a prefeita Flávia Moretti (PL), a Associação Flor Ribeirinha é referência quando o assunto é a valorização das nossas tradições como o siriri e cururu. “Levar a cultura de Várzea Grande para o mundo é manter viva nossa história” afirmou.
O grupo tem história de vitórias em competições pelo mundo. Já conquistaram quatro títulos mundiais em festivais internacionais de danças folclóricas. Em 2017 na Turquia, em 2021 na Polônia, em 2022 na Bulgária e em 2023 na Coréia do Sul. Este ano, o grupo representou o Brasil em uma turnê de 28 dias pela Bélgica e França, passando por mais de 10 cidades e se apresentando em grandes festivais.
As apresentações deste ano foram no Festival Mundial de Folklore de Saint-Chislain, na Bélgica e no Festival Folklore Du Monde de Saint-Malo, da França, eventos que reuniram grupos de cinco países. A turnê do Grupo Flor Ribeirinha foi encerrada com uma apresentação especial em frente a torre Eiffel, em Paris.
Várzea Grande
Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.
Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.
“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.
Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.
“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.
A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.
Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.
O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.
As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.
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