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Forças de segurança apreendem 510 quilos de cocaína e causam prejuízo de R$ 15 milhões às facções criminosas

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As forças de segurança de Mato Grosso, com apoio das equipes de Goiás, apreenderam, neste sábado (5.7), uma carga de 510 quilos de substância análoga à cocaína, que estava enterrada próximo de uma pista de voo clandestina, na zona rural do município de General Carneiro (a 455 km de Cuiabá). Um homem, de 34 anos, foi preso em flagrante por tráfico ilícito de drogas.

Equipes do 2º Batalhão da PM, do 5º Comando Regional, receberam informações de que uma aeronave, vinda da Bolívia, teria pousado, na última quinta-feira (3.7), para descarregar uma grande carga de entorpecentes. Com base nos dados repassados por serviços de inteligência, equipes da Polícia Militar, em continuidade à Operação Tolerância Zero contra facções criminosas, deslocaram-se ao local com apoio de outras forças de segurança.

Durante as buscas, os policiais abordaram o suspeito manuseando vários fardos de cor verde, em um buraco no chão. Questionado sobre a denúncia, o homem relatou que seria o responsável por esconder a carga até o momento do transporte. As equipes ainda apreenderam uma caminhonete modelo S-10.

O suspeito foi encaminhado à delegacia da Polícia Federal de Barra do Garças para registro do boletim de ocorrência. A operação contou com o apoio da Polícia Federal (DRE-GO), Polícia Rodoviária Federal, Polícia Penal de Goiás, TOR (PMGO), Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Grupo de Apoio do 2º BPM, 29ª CIPM Força Tática, e dos Núcleos da PM de General Carneiro, Paredão Grande e Novo São Joaquim.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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