Polícia
Polícia Civil prende três investigados e apreende armas e munições em operação que apura disputa de terras em MT
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A Polícia Civil prendeu, nesta sexta-feira (4.7), três pessoas em flagrante e apreendeu quatro armas e 210 munições durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão da Operação Circuitus Magnus, deflagrada pela Delegacia Regional de Vila Rica e de Confresa.
A operação apura o envolvimento de suspeitos em graves crimes relacionados a conflitos judiciais por terra nos municípios de São Félix do Araguaia e de Luciara, como lesão corporal grave, sequestro, cárcere privado, tortura, coação no curso do processo e associação criminosa.
Nesta sexta-feira, foram cumpridos nove dos 10 mandados de busca e apreensão. Um dos alvos não foi localizado. Durante o cumprimento, três pessoas foram presas depois de serem flagradas em posse ilegal de armas de fogo.
Na casa de um dos investigados, em São Félix do Araguaia, foram encontradas duas armas de fogo, sendo uma espingarda calibre 44 e uma pistola calibre 380. Além disso, foi localizado um carregador com 10 munições calibre 380.
Já com dois alvos em Luciara, associados ao investigado de São Félix de Araguaia, foram encontradas duas espingardas calibre 22 e cerca de 200 munições do mesmo calibre. Todos os três foram autuados em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.
“Foram apreendidos com eles, ainda, aparelhos celulares e outros dispositivos, como notebook e documentações relacionadas aos fatos investigados. Agora, tudo vai passar por análise da Polícia Civil e extração de dados pela Politec para, posteriormente, apresentarmos o resultado das investigações”, disse o delegado Bruno Gomes, titular da Delegacia Regional de Vila Rica e de Confresa.
As investigações continuam para a conclusão do inquérito policial.
Operação Circuitus Magnus
O nome faz alusão à expressão em latim que significa “grande cerco”, que simboliza a articulação estratégica e o cerco simultâneo aos principais alvos investigados, com o objetivo de desarticular práticas criminosas que vinham sendo reiteradas e organizadas em diversas localidades da região nordeste de Mato Grosso.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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Saúde mental de servidores do sistema prisional é debatida em reunião
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) participou de uma reunião interinstitucional no Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT/MT) voltada à discussão das condições de trabalho, da saúde mental e da valorização dos profissionais que atuam no sistema prisional mato-grossense. Representando a instituição, a procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou a necessidade de ampliar o olhar das instituições para o bem-estar dos servidores, diante dos elevados índices de adoecimento registrados na categoria.Durante o encontro, realizado na sexta-feira, 09/10, a procuradora de Justiça ressaltou que a valorização dos trabalhadores do sistema penitenciário é fundamental para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à execução penal. Segundo dados apresentados na reunião, 80% dos afastamentos por motivos de saúde registrados entre esses profissionais em 2025 estão relacionados ao sofrimento psíquico. “É muito importante que todas as instituições voltem um olhar para perceber o quanto esse servidor necessita ser valorizado”, afirmou Josane Guariente.Conduzida pelo presidente do TRT/MT, desembargador Aguimar Peixoto. Também participaram das discussões o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, o coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF), juiz Geraldo Fidelis Neto, representantes sindicais e gestores ligados à política prisional.O objetivo da reunião foi ampliar a participação dos profissionais que atuam diretamente nas unidades prisionais nas discussões e ações previstas pelo Plano Pena Justa. Iniciativa nacional coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com o objetivo de promover melhorias estruturais e institucionais no sistema prisional brasileiro, incluindo ações voltadas à valorização dos profissionais que atuam nas unidades penais.A pauta contemplou as demandas de policiais penais e de outros profissionais essenciais ao funcionamento do sistema, como psicólogos, médicos, dentistas e psiquiatras. Como encaminhamento, foi definida a realização de uma audiência pública para aprofundar o debate sobre saúde, condições de trabalho e valorização dos servidores do sistema prisional. A expectativa é que o evento ocorra em dezembro, reunindo instituições e profissionais envolvidos na temática.Informações: TRT-MT
Fonte: Ministério Público MT – MT
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