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Polícia Civil prende no Acre condenado por matar o primo em Mato Grosso
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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu no Estado do Acre, nesta quinta-feira (3.7), um homem de 57 anos, condenado por matar o primo de 52, no município de Alto Boa Vista.
Participaram da prisão a Delegacia Regional de Vila Rica, a Delegacia Geral de Sena Madureira (AC) e o Núcleo Especializado de Capturas (Necap) do Acre.
O crime ocorreu no dia 26 de março de 2013, quando o suspeito foi à casa do primo, na zona rural de Alto Boa Vista, para acertar algumas dívidas e atirou contra o familiar, que morreu no local. Após o crime, o suspeito fugiu. O corpo foi encontrado pela esposa no pasto.
O atirador foi condenado a 16 anos, sete meses e 15 dias de prisão em regime fechado, por homicídio doloso, com qualificadora de motivo torpe e de recurso que dificultou a defesa da vítima.
Porém, ele estava foragido até esta quinta-feira (3.7), quando, após troca de informações entre as Polícias Civis de Mato Grosso e do Acre, foi possível identificar que ele estava morando no município de Sena Madureira, no Acre.
Diante disso, uma equipe da Delegacia de Sena Madureira (AC) cumpriu o mandado de prisão contra o condenado na zona rural do município. Agora, ele está à disposição da Justiça.
A prisão faz parte da Operação Amon, que busca localizar foragidos da Justiça.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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