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Ação integrada apreende 69 tabletes de supermaconha e causa prejuízo de R$ 700 mil às facções criminosas

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Operação integrada entre Polícia Militar, Polícia Federal, Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e Grupo Tático Operacional do Distrito Federal, resultou na apreensão de 69 tabletes de supermaconha (skank), na noite desta sexta-feira (27.6), em Sapezal. Os entorpecentes apreendidos foram avaliados em R$ 700 mil. Na ação, um homem de 33 anos foi preso por tráfico de drogas.

De acordo com o boletim de ocorrência, as equipes policiais de Mato Grosso receberam informações da equipe federal sobre um carregamento de entorpecentes, que estava sendo transportado em um veículo Fiat Mobi, na fronteira do Estado em direção a Sapezal.

Diante das características do veículo informadas, os policiais iniciaram diligências e localizaram o carro na rodovia BR-364. Durante a abordagem, o suspeito tentou fugir em alta velocidade pela cidade. Os agentes solicitaram apoio de mais equipes policiais e realizaram o cerco policial e abordagem ao suspeito.

Nas buscas ao veículo, os policiais localizaram três sacos contendo 69 tabletes de skunk, conhecido como supermaconha. A equipe identificou que o homem já tinha passagem criminal por tráfico de drogas.

Diante dos fatos, ele foi encaminhado para a delegacia da cidade, com o material apreendido, para as providências cabíveis.

Fonte: PM MT – MT

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Justiça recebe ação do MPMT sobre contratações em Feliz Natal

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A Vara Única da Comarca de Feliz Natal (530 km de Cuiabá) recebeu a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) para apurar supostas irregularidades na política de contratação de pessoal do Município de Feliz Natal e garantir o cumprimento da regra constitucional que exige concurso público para o ingresso no serviço público. A decisão é resultado de ação proposta pela promotora de Justiça Maisa Fidelis Gonçalves Pyrâmides, da Promotoria de Justiça de Feliz Natal. Na ação, a promotoria sustenta que o concurso público com edital de 2024 foi integralmente cancelado pela própria administração municipal após a identificação de irregularidades que comprometeram a lisura do certame. Segundo o procedimento instaurado pelo Ministério Público, mesmo após o cancelamento do concurso e a expedição de recomendação ministerial para realização de um novo concurso público, o município não adotou medidas concretas para recompor seu quadro efetivo de servidores. Um levantamento realizado pelo Ministério Público identificou, em dezembro de 2025, a existência de 602 vínculos de trabalho na administração municipal, sendo 347 servidores efetivos e 255 trabalhadores vinculados por meio de contratos temporários, terceirizações, parcerias com organizações da sociedade civil e outras modalidades não efetivas. Para o MPMT, há indícios de utilização desses vínculos para atender demandas permanentes da administração pública, em possível afronta ao artigo 37 da Constituição Federal. Ao analisar o pedido, o juiz Fernando Akio Maeda determinou que o Município de Feliz Natal seja intimado para, no prazo de 72 horas, manifestar-se apresentando informações atualizadas e esclarecimentos sobre a situação administrativa e as providências eventualmente adotadas para a realização de um novo concurso público. Somente após essa manifestação será analisado o pedido liminar formulado pelo MPMT. Na ação, a promotora de Justiça Maisa Fidelis Gonçalves Pyrâmides requer, entre outras medidas, a elaboração de um plano de regularização do quadro de pessoal, com cronograma para realização de concurso público e substituição gradual dos vínculos precários, além da proibição de ampliação de contratações para funções permanentes, salvo nas hipóteses previstas em lei.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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